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domingo, 4 de setembro de 2011

Espiritualidades...

Não penso que seja preciso acreditar em coisas sobrenaturais para apreciar a natureza. Considero estas imagens "espiritualmente" enriquecedoras sem precisar dessas crenças à mistura. Espero que "falem" por si próprias:
Isto é uma estrada sobre a falésia em Almograve.
Ponta da Piedade ao pé de Sagres. Abaixo: Experiencias que fiz com texturas.

sábado, 3 de setembro de 2011

Aranha Tigre

Inofensiva, apesar de grande e exuberante. O zig zag abaixo, na teia, é a sua "assinatura". Este especimen habita na costa vicentina. É comum e existem em toda a zona mediterrânica. Mas já foram encontrados especimens até na Alemanha.

Camaleão

Encontrei um destes no Algarve. São animais muito interessantes, completamente inofensivos e muito vulneraveis. São raros. Não os levem para casa pois são muito dificeis de manter em cativeiro - e fazem falta na natureza. Não tentem sequer mantê-los por poucos dias. Por exemplo, os camaleões não são capazes de beber agua a partir de recipientes. E há mais problemas.

domingo, 13 de março de 2011

A ciência e a Natureza.

Há quem diga que a ciência, ao reduzir o estudo de algo às suas partes significantes mais simples, está a tirar-lhe a beleza. Mas não é verdade. O meu interesse pela ciência está muito ligado ao meu gosto pela natureza, pela beleza que o meu cérebro encontra desde as coisas mais simples às mais complexas deste universo e de como saber mais sobre elas acaba por fortalecer ainda mais esse gosto.


É verdade que a beleza está na mente, não está nas coisas. Somos nós que a vemos lá. Mas isso não é um problema. Enquanto nós formos nós. Enquanto sentirmos.

Não deixamos de sentir como sentimos só por compreender como isso se processa nos nosso corpo. Nem de admirar a beleza de um pôr-do-sol só por sabermos que essa beleza é uma propriedade atribuída por nós.

Não é preciso também postular espiritualidades misteriosas e misticismos bizarros para usufruir destas características humanas. Nós, humanos, em regra, gostamos da natureza. Gostamos dos amigos, da família, da terra onde crescemos e essas coisas dos poemas.

Temos é maneiras diferentes de explicar as coisas. Uns acham que tem de haver uma alma para que isso faça sentido. Outros acham que a alma é uma ilusão e que a consciência é tudo o que há. Naturalmente que eu pertenço ao ultimo grupo, mas argumentar que esta é a melhor explicação não é o âmbito deste posta.

Apenas dizer que ao compreender não só não se  destrói o que se compreende mas aprende-se a apreciar ainda mais. O que já estava antes não se perde.

Apenas ficamos com  mais pormenores para apreciar.

Por isso tenho vindo a colocar aqui algumas das minhas fotografias da natureza. Todas as que estiverem sobre o rotulo "fotos natureza" foram feitas por mim e acredito que revelam, no mínimo, o gosto que tenho pelo ambiente natural que nos envolve. Desde pormenores, a cenários abertos. A bichos, a plantas. O meu apreço pelo mundo é indissociável da vontade de o conhecer.

Espero que agrade também a quem veja. Há coisas que sabem melhor se forem partilhadas.

 As duas de cima são na Serra da Estrela. A cá de baixo é perto do guincho. Verão vs Inverno! :P

sábado, 12 de março de 2011

sexta-feira, 11 de março de 2011

Anémonas!

Quando a maré baixa  faz pequenas pocinhas cheias de vida para explorar. Algumas proporcionam padrões de cores e formas verdadeiramente bonitas. Esta fotografia foi feita perto do guincho.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Fotografias da Natureza






A propósito do "défice relacional" (1) com a natureza, tal como proposto por alguns anti-naturalistas, decidi publicar aqui algumas das minhas fotografias. Ocasionalmente hei de continuar a publicar umas quantas.

Se eu quero compreender e conhecer a natureza, não é porque não goste dela. E ao conhece-la melhor não se cria nenhum "défice relacional", pelo contrário. Se gostamos dela devemos aceita-la como ela é.

A fotografia não lhe faz justiça completa, mas vale a pena. Espero que gostem. São todas fotografias feitas por mim com máquinas digitais e todas foram retocadas um mínimo para tentar voltar a criar a impressão que deixaram em mim e não na máquina no momento do disparo.