Do press-release:
"Até 2080, 58% dos vertebrados terrestres e das plantas poderão perder condições climáticas adequadas à sua ocorrência nas áreas protegidas da Europa. Estas perdas poderão atingir 63% das espécies prioritárias presentes na Rede Natura 2000. Estas e outras conclusões são obtidas num estudo publicado na Ecology Letters, coordenado por Miguel Araújo, titular da Cátedra Rui Nabeiro/Delta do pólo da Universidade de Évora do CIBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos) e investigador principal do Museu Nacional de Ciências Naturais de Madrid. O estudo analisa, pela primeira vez, a eficácia das políticas de conservação, num contexto de alterações climáticas, para 75% dos vertebrados terrestres e 10% das plantas presentes na Europa. (....)"
Ainda do press release aproveito para salientar também:
"Este estudo confirma que o sul da Europa será mais afectado pelas alterações climáticas e que a Escandinávia e as regiões de alta montanha afectarão, negativamente, um conjunto menor de espécies."
http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1461-0248.2011.01610.x/full
1 comentário:
Lembro-me em que eu estava no rio Meriti , ano de 2.009, pertinho da foz com a Baía de Guanabara, em Duque de Caxias, num humilde barco a remo, com Daniel e Maxwel : eles contaram que os plásticos depositados nos mangues aquecem as tocas dos caranguejos e eles morrem. Uma observação empírica que precisaria de confirmação.
Então, se o poder calorífico dos plásticos é grande, existem verdadeiros aquecedores gigantes flutuando pelos oceanos e mares do mundo, aquecendo também o planeta.
Somando-se ao problema imediato da ingestão dos resíduos pela fauna marinha, e poluição crescente, existe o problema das " Ilhas de Calor Oceânicas " .
Newton Almeida
MEIO AMBIENTE RIO DE JANEIRO
www.limpezariomeriti.blogspot.com
Enviar um comentário